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Imprensa
Celebrante

    Olá, sou Adair Zan, médico homeopata.  Aqui conto uma das minhas histórias. Como me tornei celebrante de casamentos.

   

    Uns meses antes do meu aniversário de 50 anos, minha vida mudou de rumo de repente. Eu havia me desligado do grupo no qual eu atuava e me dedicava ativamente por quase 15 anos. Um ciclo se fechou. Então, livre dos compromissos que tinha anteriormente, resolvi realizar um sonho e me dei de presente de aniversário uma viagem para Fernando de Noronha.

    Em Noronha os guias dos programas integravam os diversos grupos e, assim, conhecíamos uns aos outros. Cada um tinha uma história pra contar e compartilhar. Dessa forma ficamos sabendo que durante a nossa estada aconteceria na ilha um casamento em grande estilo, com mais de 200 convidados.

    Três dias antes do casamento, o celebrante previamente contratado em Recife comunicou aos noivos que não poderia realizar a cerimônia.

Os organizadores entraram em pânico, pois na ilha não havia quem o substituísse em tempo hábil. Faltavam apenas dois dias para o casamento.

A  organizadora do casamento tinha me conhecido em um dos passeios pela ilha. Ela tinha dito que trabalhava com casamentos e eu contei que 12 anos atrás havia feito o casamento de um casal, amigos meus, coisa pequena, simples e informal.

    Rosa Maciel me procurou, me contou o que estava acontecendo e me perguntou se eu não poderia fazer o casamento. Relutei, mas resolvi aceitar conhecer os noivos. "Em terra de cego quem tem um olho é rei.” Aceitei o desafio sem saber o que faria como cerimônia. Todo o meu pacote de programas foi alterado para encaixar a celebração do casamento.

     Eu tinha conhecimento sobre a importância dos elementos da natureza nos vários rituais de passagem energética. O casamento é ou deveria ser um ritual de novos paradigmas de vida. A vida a dois.

A cerimônia foi um sucesso. Os noivos amaram; virei vip na ilha. Eu não tinha ideia de que naquela situação inédita e inusitada, numa ilha linda e distante, eu estava criando uma forma de celebrar casamento que poderia ser adaptada e tornar-se exclusiva para cada casal.

    Ao chegar de volta a São Paulo, espontaneamente as pessoas começaram a me procurar  para fazer a cerimônia do casamento delas, e assim nunca mais parei de fazer casamentos.

    Já nos aproximamos de 200 cerimônias. Cada uma é única e personalizada, porque acontece com a energia dos elementos da  natureza e com a energia dos noivos e de todos os presentes, independentemente das crenças ou religiões de cada um.

Um novo ciclo se abriu em minha vida, o de celebrante de casamentos.

Programa Papo Vanguarda 

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